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segunda-feira, 23 de setembro de 2013

ROSA NEGRA


A Pomba Gira Rosa Negra, atuou poucos segundos em um dos capítulos do Livro Gênio de Rua. Mas o seu belíssimo ponto cantado, foi parcialmente transcrito como prévia de um diálogo entre Rúbia e Tauá. 
Abaixo, posto o vídeo na íntegra, com imagens e áudio do ponto mais entusiasmante que ouvi. Na época que participei de muitas giras de Exú, a Rosa Negra nunca chegou.

video

Participei ativamente de um terreiro de Umbanda durante seis anos. Apesar de ter sido membro da corrente neste período, nunca incorporei. 
Ficava tocando agê, cantando e auxiliando, nas seções de Caboclos, Pretos Velhos e Exús. Adquiri desta forma, um olho clínico sobre o duelo das incorporações e mistificações. 
E não foram só as observações materiais. Uma teoria espiritual projetou-se! 
Quando havia festa, os caboclos, Pena Verde, Tupinambá, Rompe Mato, Mata Virgem, Jurema, Jacira e tantos outros, eram recepcionados, não só por suas bebidas características, mas também por suas armas de guerra. Lanças, machadinhas e arco e flecha eram entregues quando eles baixavam, e permaneciam dançando ao som do tambor e pontos cantados.
Enquanto mecanicamente eu cantava e toca o agê, comecei a perceber que a grande maioria daqueles caboclos, não sabiam empunhar devidamente aquelas armas. 
Se são índios, porque não sabem? De repente a teoria se materializou. Não são índios, são apenas espíritos desencarnados que enquanto aguardam uma nova reencarnação, baixam nos terreiros para prestar a caridade. Um Tupinambá, por exemplo, poderia ter sido em sua última existência, um pedreiro, bancário, médico ou qualquer outra profissão. Como o terreiro cultua os Caboclos, é preciso manter a crença do povo que busca na Umbanda, o conforto para suas aflições. 
Esta é apenas uma teoria que pode ser bem plausível. A espiritualidade atua em todas as religiões. Basta a pessoa ter fé naquele dogma que segue. 

domingo, 22 de setembro de 2013

CARICATURAS SEM SOTAQUE


No mês de maio de 2012, tentei pela primeira vez, entrar em contato com uma Desenhista Profissional. Imaginei que uma estória, com tantos personagens, seria interessante incluir no início da cada capítulo, a caricatura, dos protagonistas e coadjuvantes.
Mas infelizmente, a mineira Cristiana considerou que Gênio de Rua - Um Filme de Letras, continha sotaque e não gostou. 
Se uma estória se sucede em um determinada região, nada mais natural do que o autor procurar transcrever o pitoresco daquela região. Digamos que noventa por cento do Livro Gênio de Rua - Um Filme de Letras transcorreu no estado do Rio Grande do Sul, mais precisamente na cidade de Porto legre e no fictício Balneário Kaburé. 
O primeiro E-mail que enviei foi no mês de maio. O parágrafo inicial foi uma composição que fiz ao descobrir no Blog da Cristiana, os filmes de sua preferência. 

Balneário Gaivota, 27 de maio de 2012.

Cristiana Fonseca:

Envio esta mensagem Em Busca de um Sonho! Acessei o teu Blog e além de um
imenso talento, percebi que tens uma Mente Brilhante.
Estou escrevendo um livro. Não é similar a Lendas da Paixão e distancia-se do primeiro, quanto mais do Ultimo dos Moicanos.
O Protagonista da estória diz a todo o momento: Estou em busca de Minha Amada Imortal,
Em Algum Lugar no Passado ou Além da Eternidade.
Não há uma personagem que se assemelhe a Poderosa Afrodite e ninguém, por enquanto, é capaz de acompanhar O Pianista. Muito me comove a saga insana de Os Miseráveis, mas se encontrar o Valjean e a menina, nas linhas e entrelinhas, escondo-os no
Balneário Kaburé, em um cantinho qualquer do epílogo de @ à Quiara.

Bem, Cristiana, após um breve exercício literário, permita-me me apresentar:
Meu nome é Elton da Fontoura. Nasci em Porto Alegre, há 54 anos atrás. Atualmente resido no Balneário Gaivota, Santa Catarina.
Estou escrevendo um livro: @ à Quiara.
Moras em Uberaba! Há duas cenas na história que envolverão cidades de Santa Vitória, no triângulo mineiro, com passagem pelo PRITU de Ituiutaba, e a outra se refere à Caixa D’Água de Metal, em Pouso Alegre. Inclusive, recebi dias atrás, fotos e características da Caixa de uma amiga que mora lá. Vários contatos e pesquisas já mantive e mantenho para acrescentar à estória um ambiente real.
O Interessante é que entre os meus colaboradores, só há um que reside na Praia do Cassino aqui no RS, e sete que residem em Pouso Alegre, MG. Quando encontrei teus lindos desenhos nas imagens do Google e acessei teu Blog, percebo que é de Uberaba. Nada acontece por acaso.
Já escrevi 104 páginas em XVIII Capítulos e presumo que há muita estrada s ser percorrida.
Deves estar te perguntando o que tens a ver com isso, logicamente.
Ao visitar teu Blog, imaginei o quanto seria interessante acrescentar no Prefácio, meio ou Epílogo do livro, desenhos a lápis dos personagens. São vinte e sei atualmente.
Pensei em inserir antes de começar a estória, para que o leitor pudesse imaginar a cena com a fisionomia do personagem.
Estou te enviando em anexo, a capa que fiz e que está como papel de parede no meu computador, um meio de motivação. Nesta capa colocaremos: Ilustrações de Cristiana Fonseca.
Enviaria as características de cada um e a partir daí, tu comporias desenhos a lápis de mais ou menos cinco centímetros. Fica ao teu critério. Esta é a minha ideia inicial.
Como escrevi na primeira linha, estou em busca de um sonho.
Aposentei-me por invalidez aos 49 anos, como Professor de Informática. Tenho um aneurisma longitudinal da veia aorta. A Dilma me paga muito pouco.
Sou Escritor de primeiro livro. Inclusive comecei, considerando um hobby. Mas com o andar da carroça, tenho a convicção que será uma estória interessante e certamente será publicada. Antes de ser um renomado Escritor, o Escritor renomado beira o anonimato!
Pelo que pude constar, desenhas muito bem Cristiana. Fiquei um bom tempo admirando teus desenhos.
Pergunto: Gostarias de participar deste projeto, a principio, sem fins lucrativos?
Se quiseres, posso te enviar alguns capítulos para que avalies.
Espero que a tua resposta seja afirmativa. Se por alguma razão, não for, me notifique mesmo assim.

Desde já, muito obrigado e um grande abraço.

Eis a resposta:

Boa noite Elton,
Elton não sou escritora, apenas gosto de ler, mas sem compromisso literário, li a primeira parte que vc me enviou, somente o primeiro anexo, não li este ultimo capitulo que me enviou, e não terei tempo para lê-lo por agora. Quanto ao que li, a historia em si é interessante, embora a narrativa seja permeada por uma linguagem regionalista, o que não representa necessariamente uma aspecto negativo, uma vez que a tua ficção representa uma exposição de elementos de uma cultura local.
Quanto a descrição física dos personagens, ao longo do texto percebi relatos sucintos , portanto no meu entender faltam elementos descritivos mais profundos acerca dos personagens para um trabalho artístico. Principalmente para trabalhar a expressão de cada personagens envolvidos na trama.    

Abraços,
Cris
 

No início de Junho, respondi:

Balneário Gaivota, 09 de junho de 2012.

Cristiana Fonseca:

Arrependi-me de ter enviado o roteiro. Além de mal escrito, apesar de verídico, foi uma ação infrutífera aos meus princípios.
Escrevi às pressas e não havia sentido colocar um toque de escritor, por se tratar apenas um roteiro.
Apesar de teres achado “interessante” a história e comentado “seja permeada por uma linguagem regionalista”, inseriste no meio destas frases a palavra “embora”.  Esta palavra, embora haja controvérsia, no meu ponto de vista é parcial ou totalmente pejorativa.
Um dos livros que relacionas como preferido é “Menino de Engenho”. José Lins do Rego ao longo de sua obra, expressa um regionalismo nordestino peculiar ao contador de histórias. “Vá brincar com os moleques no copiá”! “Você precisa ficar matuto”. “Cuscuz, macaxeira, angu”. Macaxeira eu sei que é o Aipim, que denominamos aqui, mas o que é copiá, matuto, cuscuz, angu? Ele tá certo em descrever os costumes de lá. Eu ainda explico no rodapé da página o que estou escrevendo de regionalismo. Quem conta uma história, conta a história de um lugar e da gente daquele lugar. Há pouco eu escrevi o verbo “inseriste” na segunda pessoa, porque uso o “tu”. Jamais escreverei “você inseriu”, porque eu não uso “você”, eu não falo você, eu não sou das Minas Gerais que diz “Uai”! Eu digo Tchê! Tenho certa restrição em ouvir paulistas respondendo uma pergunta: “Então...” Sempre começam a resposta com “Então”. Já percebi que alguns Catarinas também.
E por falar em livros preferidos, fui conhecer tua biografia como leitora. Tu relacionas no Blog treze livros. Nove deles são de autor estrangeiro. Nada contra, mas ao leres autores estrangeiros, será necessário leres as obras no idioma original, caso contrário, estarás lendo o tradutor. Vinte a trinta por cento do texto original é literalmente adulterado, isso quando for um bom tradutor.
Também observastes que fui sucinto quanto à descrição dos personagens. Lendo “O Retrato de Dorian Gray”, não sei até o momento como é a descrição dos três rapazes que personificam as páginas da obra. Reparei que um deles está conversando com outro e o autor ocupa mais de uma página para um só personagem, transformando a conversa em um monólogo, excessivamente minucioso, profundo, analítico. Uma história é um entretenimento. Se fosse um livro técnico de Filosofia, seria compreensível.
Nesta pesquisa descobri o teu gosto literário. Agora entendo o “interessante”!
É lógico que não gostastes porque o que aprecias é o interior humano, metódico, imóvel pelo pensamento, e não o interior entreverado ao exterior. Eu gosto de livros que tenham movimento, surpresas, mistério, diálogos, ora trágicos, ora cômicos, espirituais, psicológicos, filosóficos, triviais. Um livro que conte uma história como se fosse um “filme de letras”. Por isso parei de ler o “Dorian Gray”. Por isso parei de ler “Menino de Engenho”, por não haver uma narrativa em movimento. A descrição do pai do menino, que matou a mãe e foi preso, sei que era alto, bonito e tinha um bigode. Nada, além disso. Na minha humilde opinião, são textos monótonos, que se arrastam sem aguçar o cérebro do leitor. Mas imagine se houvesse só leitores como eu. O que seria do vermelho se todos gostassem do azul.
Por isso minha amiga, não mais seremos parceiros. Agradeço teu interesse inicial, mas não vou mais roubar teu tempo. Sei que és muito ocupada e que teu dia-a-dia é para o trabalho, esposa e mãe,  e o pouco que sobra é para ler autores renomados, além-fronteiras, não um postulante à Escritor como eu. Não gostastes do meu estilo de escritor e eu não apreciei o teu estilo de leitora.
Vou continuar a minha novela.
Sempre há um chinelo velho para um pé torto.
Estás em minha lista de amigos. De vez em quanto repasso E-mails interessantes que recebo.
Um grande abraço e felicidades para ti e tua família.

O SILÊNCIO DA CAIXA D'ÁGUA



Abaixo, transcrevo uma das dezenas de mensagens que enviei, na tentativa de obter detalhes da Caixa D'Água de Metal, localizada na cidade de Pouso Alegre, Minas Gerais. 
A Senhora Maria Eugênia, dona de um Blog destinado ao turismo desta cidade, e funcionária de um órgão público, até o dia de ontem, nunca se pronunciou.

Balneário Gaivota, 11 de maio de 2012.
 Ana Eugênia:
 Há onze dias que aguardo pacientemente tuas informações sobre a misteriosa Caixa D’Água de Metal.
A princípio presumi ser informações básicas de um monumento histórico isolado em um canto qualquer de Pouso Alegre, no quadrante sul de Minas Gerais.
Mas minhas preocupações começam agregar sintomas de suspeição. Meu cérebro, postulante à escritor, imagina em devaneios, aquele patrimônio infestado de Cocaína Pura, remetida do Cartel de Medelín por Pablo Escobar, ou de repente, não mais que de repente, seja o esconderijo de um arsenal de armas bélicas provinda da Al-Qaeda?  Também imaginei setecentos mil litros de Grapete geladinha, mas seria surreal.   
A imaginação literária fantasiou inicialmente a irmã de Quiara morando nas proximidades, mas devido a ociosidade, dependente dos detalhes, ela transformou-se em uma traficante terrorista.
Agora, falando sério, necessito Ana, de teu testemunho para incluir em meu roteiro o detalhamento da ação corresponde à Caixa D’Água. Se por alguma razão estás impossibilitada de prestar-me estas informações, peço, por favor, que me notifique para que eu tome outras providências.
Uma foto atual, de uma distância que abranja ela e o entorno, é suficiente para que a imaginação possa interagir com a realidade.
O livro iniciou a ser escrito meramente por um hobby, porém aos poucos, a história se tornou interessantíssima, a ponto de me atrever a publicá-lo.

Desde já obrigado por tua inestimável ajuda e um grande abraço.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

O CRIME DO NIÓBIO



A Rede Record que me perdoe, mas se a novela Máscaras fosse uma produção da Rede Globo, a repercussão do Crime do Nióbio teria talvez, despertado um contingente ainda maior da população.
No entanto, este é o tipo de assunto proibido. 
A novela Máscaras, levada ao ar em agosto de 2012, pela Record, revela as articulações criminosas causadas pelo descobrimento do Nióbio em uma fazenda no Mato Grosso. No final do capítulo 86, há um diálogo entre um Geólogo que descobre o minério e sob coação de duas armas, revela atemorizado a descoberta. O capítulo tem 35 minutos, mas só nas últimas cenas acontece estes fatos. Eis o link do Capítulo 86 para quem tiver interesse:  http://www.youtube.com/watch?v=xD89w7abfM0
Abaixo, está na íntegra o capítulo 87. Este tem mais ou menos o mesmo tempo, porém, há várias cenas que revelam a problemática causada pelo descobrimento deste minério, ao longo do capítulo.


No mento em que eu escrevia o Capítulo 3, sem ainda saber exatamente o que aconteceria no roteiro mental de Gênio de Rua, recebi um vídeo por E-mail. Assisti e confesso, me pareceu fantástico em demasia. Procurei outros vídeos. Fui surpreendido. Há dezenas denunciando o contrabando deste minério, onde o único exportador mundial é o Brasil. Ao procurar sites e blogs, uma infinidade de outros artigos reveladores, me convenceram a roteirizar no Filme de Letras, o que as novelas de grande audiência jamais dramatizaram. E fico aqui me perguntando: Por quê? Me faço de rogado. É só estudar como eu estudei, e constatar porque a mídia e o governo fazem questão que o Crime do Nióbio permaneça secreto.
Assista o vídeo que me fez conhecer o Nióbio e os crimes que empresários e políticos, nacionais e estrangeiros, estão praticando, diante deste povo alienado.



domingo, 15 de setembro de 2013

ESTÍMULO DO PENSAMENTO


A citação de Pablo Picasso, ilustrada acima, não é uma simples teoria, ou uma frase de efeito por um renomado pintor.
Ela aconteceu na prática, durante os necessários quatorze meses para a composição do Romance Gênio de Rua - Um Filme de Letras. 

O dueto trabalho de um Escritor, é muitas vezes órfão desta ferramenta essencial chamada "inspiração". 
Há momentos que ela se ausenta. Gritar seu nome de nada adianta, e também não tem efeito algum, me ausentar. Foi necessário permanecer ali, solitário, imóvel e paciente, até que ela resolvesse voltar. 
Em muitas ocasiões, voltou em silêncio e não percebi sua presença. Teimoso, mesmo assim eu escrevia. Em meus devaneios, achava que a solidão construíra aquela frase, aquele parágrafo, ou encerrava o capítulo. Pura ilusão! Nos momentos em que o Filme de Letras estava sendo construído, ela sempre esteve atrás de mim.  

OLHOS E LÁBIOS NAS ORELHAS


sexta-feira, 13 de setembro de 2013

A CATEDRAL DE CRISTAL

Um dos diálogos de Gênio de Rua - Um Filme de Letras, entre um Ateu ( Calisto o herói) e um Evangélico (Samuel Antony) é sobre este templo cristão. 
A famosa Catedral de Cristal fundada pelo Reverendo Robert H. Schüller, em Garden Grove, Califórnia, está nas mãos de uma diocese da Igreja Católica. Foi vendida por 57,5 milhões de dólares (aproximadamente 108 milhões de reais).
A decisão do ministério de vender o famoso prédio para a diocese do Condado de Orange a principio, levantou algumas controvérsias. No entanto Schüller pronunciou-se sobre a venda da igreja tranquilizando os observadores interessados de que as crenças da igreja iriam mudar rapidamente.
Em uma entrevista, Schüller, de 85 anos de idade, disse que sempre respeitou a fé do catolicismo e que a considera como a “igreja mãe.”
“A Igreja Católica Romana não vai mudar sua teologia”, disse Schüller, em entrevista ao jornal Los Angeles Times. “Eu confio neles.”
A Catedral de Cristal, não tem se saído bem financeiramente desde 2002, e há um ano, os administradores vem tentando salvar a igreja, doando dinheiro de seu próprio bolso, o que não foi suficiente para quitar a divida da igreja que é estimada em 50 milhões de dólares.

O MACBOOK DE OURO!


QUERUBIM E CARRUAGEM


 Os ovos Fabergé são obras-primas da joalheria produzidas por Peter Carl Fabergé e seus assistentes no período de 1885 a 1917 para os Czares da Rússia. Os ovos, cuidadosamente elaborados com uma combinação de esmalte, metais e pedras preciosas, escondiam surpresas e miniaturas encomendados e oferecidos na Páscoa entre os membros da família imperial. Disputados por colecionadores em todo o mundo, os famosos ovos de Páscoa criados pelo joalheiro russo são admirados pela perfeição e considerados expoentes da arte joalheira.
Dos 69 ovos conhecidos, apenas 61 chegaram aos nossos dias. A grande maioria encontra-se em exposição em museus públicos por todo o mundo, embora 30 se encontre na Rússia. Dos 54 ovos imperiais conhecidos, sobreviveram 46. Há 8 ovos desaparecidos. O Querubim e Carruagem, é um deles!

Localizações dos ovos Fabergé: 
Museu do Kremlin, (Moscovo, Rússia) 10 
Colecção de Viktor Vekselberg, (Rússia) (antigo Forbes) 11 
Museu de Belas-Artes da Virginia, (Richmond, Virginia, EUA) 5 
Museu de Arte de Nova Orleãs, (Nova Orleãs, Louisiana, EUA) 3 
Coleção Real, (Londres, Reino Unido) 3 
Fundação Edouard e Maurice Sandoz, (Suíça) 2 
Museu Hillwood, (Washington, D.C, EUA) 2 
Museu de Artes Walters, (Baltimore, Maryland, EUA) 2 
Museu de Arte de Cleveland, (Cleveland, Ohio, EUA) 1 
Coleção de Alberto II do Mônaco, (Monte-Carlo, Mônaco) 1 
Museu Nacional da Rússia, (Moscovo, Rússia) 1 
Instituto Mineralógico Fersman, (Moscovo Rússia) 1 
* Colecções Privadas - Localização desconhecida 8 - 
See more at: http://buumm.com.br/feliz-pascoa-com-ovos-faberge/#sthash.BuCOt2P6.dpuf

Agora só há sete ovos desaparecidos! O Querubim e Carruagem foi encontrado nas páginas de Gênio de Rua -Um Filme de Letras. 

sábado, 7 de setembro de 2013

O TRONCO DA ÁRVORE MORTA

Ele é estático, e se projeta diante do mar, da primeira às últimas páginas. 
Ele é quase um personagem, e está presente em muitos dos 73 capítulos do romance Gênio de Rua - Um Filme de Letras. Como se modelo fosse, até mesmo sem abrir o livro, o Tronco da Árvore Morta é destaque.

O FICTÍCIO BALNEÁRIO


Depois da praia do Cassino, em direção à fronteira com o Uruguai, há somente dois pequenos balneários: Querência e El Aduar.
Após estas pequenas praias, areia e mar, seriam as únicas presenças no litoral sul do Rio Grande do Sul, se não fossem a existência dos solitários faróis: Sarita, o primeiro, Verga, Albardão e por fim o Chuí. 
Foi no entorno do Farol de Sarita, que o fictício Balneário Kaburé foi erguido, para ser o cenário principal do romance Gênio de Rua - Um Filme de Letras. 
Há muitas aventuras registradas na Internet de viajantes que buscaram emoções fortes, ao viajarem por este deserto inóspito.  

A CAÇA E PESCA DO CORRUPTO!



O SOLITÁRIO FAROL DE SARITA